Jailbreak iPhone 4S e Ipad2

Depois de semanas após o lançamento do Jailbreak Unthetered para IOS5.01, o grupo Chronic Dev Team lançou a atualização chamada de Absinthe que permite ao usuário fazer o Jailbreak nos novos aparelhos com chip A5 o que o antigo redsn0w não permitia.

Chronic Dev Team greenpois0n
O jeito para fazer o processo de Jailbreak mudou e ficou mais fácil para os usuários.
O Absinthe não necessita que o aparelho seja colocado em modo DFU o que para o redsn0w era necessário.
O Absinthe usado é o 0.3 devido as versões anteriores da ferramenta ter apresentado o problema de deixar os ícones brancos e já na versão 0.3 pelos testes feitos esse problema não acontece.
Depois de Download da ferramenta execute o Absinthe 0.3, ele irá abrir a seguinte janela reconhecendo seu aparelho, deixe seu aparelho ligado.
Clique em Jailbreak.
Download greenpois0n janelas absinto
Untethered Jailbreak iPad 2 with Absinthe Windows
Untethered Jailbreak iPad 2 with Absinthe Windows

Depois de clicar em Jailbreak ele irá fazer o processo e reiniciará sozinho seu aparelho, depois de reiniciado ele irá colocar o ícone do Absinthe na tela do seu aparelho.

cydia app absinto

Agora clique no ícone do Absinthe ele irá fazer outro processo de desbloqueio e reiniciará novamente seu aparelho.

Voltando você verá que na tela onde estava o ícone do Absinthe aparecerá instalado o Cydia e o processo do Jailbreak estará terminado.

Adicione as sources e instale o que quiser.

Se ocorrer o erro no processo de Jailbreak, execute novamente desde o começo.

Campus Party 2012

O Evento

A internet em carne e osso

CPBR5

Criada em 1997, na Espanha, a Campus Party é simplesmente o maior acontecimento tecnológico do mundo nas áreas de inovação, ciência, cultura e entretenimento digital, reunindo milhares de pessoas para debater os principais temas em cada um destes universos.

Suas centenas de atividades, divididas entre palestras, debates e oficinas, fazem da Campus Party uma experiência única. Através de seus palcos nascem e são analisadas as principais tendências de um universo onde inovar é a palavra mágica.

CPBR5

Além disso, é o principal ponto de encontro das mais importantes comunidades digitais do país, e com as quais é possível interagir, compartilhar conhecimento e produzir novidades!

Cinco anos e contando

A Campus Party aterrissou no Brasil em 2008, consolidando-se como a primeira edição internacional do evento. À época, reuniu pouco mais de 3.000 campuseiros na cidade de São Paulo.

Em 2011, o número de participantes saltou para 6.800 pessoas, marca que, sem dúvida, será superada em 2012.

A arena

É neste espaço, durante sete dias, que acontece a magia! Por todos os cantos, experiências profissionais e de vida são trocadas em um ambiente totalmente interativo e multidisciplinar. Aqui os usuários acomodam seus equipamentos e interagem para reproduzir, 24 horas por dia, o que realmente é a internet: uma rede feita por pessoas reais.

CPBR5

Zona Expo

A Zona Expo é o local onde algumas das principais marcas do mundo oferecem ao público a chance de experimentar novidades e conhecer novos produtos e tendências de um mercado em franca expansão. Nesta área também se encontram as atividades de Inclusão Digital e Campus Futuro.

CPBR5

 

Edição 2012

Maior e melhor

CPBR5

O maior acontecimento de tecnologia e internet do mundo inaugura 2012 pronto para celebrar seu quinto ano no Brasil e ocupar todos os 76 mil m² do Anhembi Parque, a nova casa da Campus Party na cidade de São Paulo.

E, se há mais espaço, há mais lugares para campuseiros também. Por isso, nesta edição, um número recorde de 7 mil felizardos é esperado para acompanhar todas as atividades programadas para o evento. Além disso, é uma chance única de encontrar as principais comunidades da web brasileira para compartilhar conhecimentos, expandir a rede de contatos e, quem sabe, iniciar um novo negócio.

Conteúdo para dar e vender

Palestras da CPBR4

A exemplo das edições anteriores, a Campus Party Brasil 2012 trará, além de todas as palestras, oficinas e debates, algumas centenas de horas de conteúdos relevantes e atualizados.

Competições de games, as principais estrelas da internet brasileira, jovens empreendedores. Enfim, não faltam elementos para suprir os anseios de todos os tipos de mentes brilhantes que habitam os corredores deste mega evento.

Completando a lista, vale lembrar o retorno das atividades voltadas para os campuseiros empreendedores, como o Campus Empreendedorismo.

Mais amplo e interativo

Zona Expo CPBR4

Os espaços voltados para o público em geral também estão mais amplos, confortáveis e, principalmente, muito mais interativos, transformando a Zona Expo em um verdadeiro parque de diversões tecnológico.

Tudo isto serve para receber da melhor forma possível os visitantes do evento e as milhares de pessoas que têm o primeiro contato com o mundo da internet através da nossa Área de Inclusão Digital.

Este ano, o destaque fica por conta da realização do Intel Extreme Masters, a maior competição de games do mundo, que terá, pela primeira vez na sua história, uma etapa na América do Sul!

Está esperando o quê? Venha fazer parte da semana mais intensa e tecnológica da sua vida!

 

Campus Party Brasil 2012. 

Quando? De 6 a 12 de fevereiro de 2012

Onde? Anhembi Parque, São Paulo, SP.

+ 154383 Campuseiros e 7.000 vagas vendidas em menos de 1 mês.

Jailbreak untethered iOS 5.0.1

Depois de mêses aguardando a liberação do jailbreak unthetered, finalmente o grupo de hackers Dev-team liberou o RedSnow 0.9.10b3 com parceria do hacker @pod2g, o qual já publicou um vídeo no youtube explicando  que o jailbreak unthetered no ios5 era possível no iPod Touch.

Problemas:

1) O novo redsn0w 0.9.10b3 ainda não foi totalmente adaptado para o chip A5, sendo assim, aparelhos como o iPad 2 e o iPhone 4S ainda não podem ser jailbroken.

2) O método só funciona com o IOS 5.0.1. Quem estiver com o IOS 5 instalado precisará realizar o upgrade do sistema. É bom fazer logo, antes que a Apple libere uma nova versão do sistema operacional e complique o processo de upgrade.

3) Se você já está com o jailbreak tethered em seu aparelho com o IOS 5.0.1, há duas escolhas: rode a ferramenta redsn0w 0.9.10b3 em seu aparelho com jailbreak e desmarque a opção “Install Cydia”, ou instale um pacote (Corona) preparado pela equipe do Dev-Team diretamente pelo Cydia.

Aparelhos suportados pelo redsn0w 0.9.10b3:
- iPhone 3GS - iPhone 4 CDMA - iPod Touch 3G
- iPhone 4 - iPad 1 - iPod Touch 4G

Como sempre o redsn0w está disponível na versão para Windows e mac.

Abaixo a instalação usando Windows.

Se seu aparelho for desbloqueado de fabrica: claro, vivo, tim e Oi sem problemas para fazer o procedimento senão entre em contato com sua operadora para o desbloqueio do mesmo.

Se você tem o IOS5 abra o iTunes e atualize para a versão 5.0.1, se você precisar restaurar a IPSW faça o procedimento DFU e depois abra o iTunes para o Restore.

Procedimento DFU:

O que é DFU?

DFU significa ‘Device Firmware Update’. Serve principalmente para instalar firmwares customizados

Quando devo colocar meu aparelho em DFU?

Se um restore usando o método recuperação não deu certo você pode precisar do modo DFU como uma última tentativa.

Você também pode precisar utilizá-lo quando problemas e erros estranhos acontecerem e você não consiga resolvê-los de outra maneira.

Alguns metodos de jailbreak solicitam que voce coloque o aparelho em mood DFU.

Atenção:

Uma vez em modo DFU, o aparelho não iniciará mais até que a recuperação tenha sido feita. Vamos lá?

Como colocar o iPhone/iPod Touch em modo DFU:

1º Passo:

Abra o iTunes e conecte o iPhone ao seu PC ou Mac.

2º Passo:

Pressione e segure o botão Home e o Sleep/Wake ao mesmo tempo.

3º Passo:
Após exatamente 10 segundos (a tela desligará) solte o botão Sleep/Wake. E então continue segurando o botão Home até que seu iTunes mostre uma mensagem que detectou umiPhone em modo de recuperação

A tela do iPhone, iPad ou iPod touch continuará escura:

Pronto, agora abra o iTunes e restaure sua IPSW segurando o Shift depois clique em restaurar, o iTunes fará todo o procedimento e reiniciará seu aparelho sozinho e você já poderá começar a usar seu aparelho.

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Agora vamos ao jailbreak do IOS 5.0.1

Abra o redsn0w:

No Windows execute o redsn0w como Administrador

Aparecerá a seguinte tela:

Após abrir o redsnow clique em Jailbreak

Agora você irá conferir se seu aparelho está conectado ao seu PC e a seguir o redsnow irá induzi-lo a colocar o aparelho em modo DFU,clique em Next


Feito isso ele abrirá a tela para pré configuração antes de terminar o processo.

Neste ponto o redsnow está terminado o processo e você poderá ver na tela de seu aparelho as configurações sendo feitas, não tente desligar seu aparelho espere até que ele termine todo o processo, seu aparelho inicializará sozinho.

A tela do redsnow não se fechará sozinha então quando seu aparelho terminar de inicializar completamente você poderá fechar a janela do redsnow normalmente.

Ao inicializar o aparelho você vai notar que o ícone do Cydia estará na tela, adicione as sources e instale seus app´s favoritos.

DOWNLOAD DO REDSN0W:

Para o sistema operacional Windows: https://sites.google.com/a/iphone-dev.com/files/home/redsn0w_win_0.9.10b3.zip…
Para o sistema operacional Mac OS X: https://sites.google.com/a/iphone-dev.com/files/home/redsn0w_mac_0.9.10b3.zip…

Os números de 2011

Os duendes de estatísticas do WordPress.com prepararam um relatório para o ano de 2011 deste blog.

Aqui está um resumo:

Um comboio do metrô de Nova Iorque transporta 1.200 pessoas. Este blog foi visitado cerca de 5.500 vezes em 2011. Se fosse um comboio, eram precisas 5 viagens para que toda gente o visitasse.

Clique aqui para ver o relatório completo

Steve Jobs, 56 years, founder of Apple.

Adeus Jobs

Adeus Jobs

O fundador da Apple, Steve Jobs, 56, morreu nesta quarta-feira. O executivo, que sofria de câncer, se afastou da companhia de tecnologia em agosto. Ele ocupava a presidência-executiva da Apple desde 1997, em sua segunda passagem pela empresa.

Jobs deixa a mulher, Laurene Powell, e quatro filhos –Lisa, que teve com a ex-namorada Chris-Ann Brennan, e Reed, Erin Siena e Eve, do casamento com Laurene.

No comando da Apple, Jobs fez a empresa se tornar a de maior valor de mercado do mundo e criou produtos que, mais do que dar lucro à empresa, se tornaram símbolos de tecnologia e de design e, caso raro no mundo corporativo, gerou até legiões de fãs, os chamados “applemaníacos”. São os casos, por exemplo, do computador Macintosh, do tocador de música iPod, do telefone celular iPhone e do tablet iPad.

No comunicado em que anunciou a morte, a Apple disse que “perdeu seu gênio criativo e visionário”, enquanto o mundo perdia “um ser humano maravilhoso”. “Steve deixa uma companhia que apenas ele poderia ter construído e o seu espírito será a base da Apple para sempre.”

Já a família de Jobs informou que ele “morreu em paz, cercado por sua família”.

“Em sua vida pública, Steve ficou conhecido como um visionário; em sua vida privada, ele amou sua família. Somos gratos às muitas pessoas que compartilharam seus desejos e orações durante o último ano da doença de Steve”, informou o comunicado, que ainda disse que um site será aberto em breve para quem quiser oferecer tributos e lembranças.

Épocas da vida de Jobs

Épocas da vida de Jobs

A Apple divulgou em seu site um endereço de e-mail (rememberingsteve@apple.com) para que as pessoas compartilhem “pensamentos, lembranças e condolências”.

Jobs passou por um transplante de fígado há dois anos e, em 2004, descobriu que tinha uma forma rara de câncer no pâncreas.

Nas suas raras aparições neste ano, como no lançamento do iPad 2, em março, ele pareceu ainda mais magro que o normal.

Em agosto, disse em sua despedida: “Sempre disse que, se chegasse o dia em que não poderia mais cumprir meus deveres e expectativas, eu seria o primeiro a avisá-los. Infelizmente esse dia chegou.”

lançamento iPhone 4

lançamento iPhone 4

LEGADO

Steve Jobs era considerado o grande responsável pela ascensão da Apple do posto de empresa combalida ao status de companhia com maior valor de mercado do mundo.

Desde que reassumiu o comando da empresa em 1997 –cargo do qual foi destituído dois anos antes– Jobs elevou o valor das ações da Apple de um patamar de US$ 5 para mais de US$ 370.

Como comparação, a Microsoft, que na volta de Jobs à Apple era a líder em tecnologia, vale hoje US$ 209 bilhões, cerca de US$ 140 bilhões menos que a rival.

Sob sua gestão, a companhia foi responsável por revoluções nos mercados de música, telefonia celular e computadores. Os equipamentos com prefixo “i”, que na pronúncia em inglês significa “eu”, tornaram-se objetos de desejo dos consumidores e sinônimo de ameaça para os concorrentes.

Considerado um gênio por muitos, Jobs criou uma certa dependência da Apple com relação à sua imagem. Por conta disso, desde que começou a lutar contra um tipo raro de câncer, surgiram questões sobre o futuro da companhia sem ele.

No comunicado em que anunciou sua saída da companhia, em agosto, o executivo tomou duas medidas para tentar amenizar esse impacto: a primeira foi a nomeação de Tim Cook, responsável pela operação diária da companhia, para o cargo de executivo-chefe.

Apple II

Apple II

REPERCUSSÃO

A repercussão da morte de Jobs foi forte e quase imediata, principalmente nas redes sociais. No Twitter, por exemplo, seis dos dez ‘trending topics’ (assuntos mais comentados do microblog) mundiais eram relacionados ao fundador da Apple.

Um dos primeiros a comentar a morte foi “[Mark Zuckerberg", fundador do Facebook. "Steve, obrigado por ter sido um mentor e um amigo", disse em seu Twitter. "Obrigado por mostrar que o que construímos pode mudar o mundo. Vou sentir a sua falta."

Outro executivo do setor que prestou homenagem a ele foi Bill Gates, fundador da Microsoft --empresa que disputou com a Apple de Jobs o posto de mais importante empresa de tecnologia do mundo.

"Estou verdadeiramente entristecido ao saber da morte de Steve Jobs. Melinda [mulher de Gates] e eu estendemos nossas sinceras condolências a sua família e a seus amigos, e para todos que Steve tocou ao longo de seu trabalho”, disse Gates. “Steve e eu nos conhecemos há cerca de 30 anos, e fomos colegas, concorrentes e amigos ao longo de mais de metade de nossas vidas.”

Por sua vez, o substituto de Jobs no comando da Apple, Tim Cook, disse em comunicadoque “não há palavras para expressar nossa tristeza”. “Honraremos sua memória ao nos dedicar a continuar o trabalho que ele tanto amava”, apontou.

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse através de seu blog no site da Casa Branca que Jobs “mudou o modo como cada um de nós vê o mundo”, o que disse ver como “um dos feitos mais raros da história da humanidade”.

“Steve estava entre os maiores inovadores americanos –corajoso o suficiente para pensar diferente, ousado o suficiente para acreditar que ele poderia mudar o mundo e talentoso o suficiente para fazê-lo”, apontou Obama.

Fonte : http://www.folha.uol.com.br

Qual a melhor estratégia para virtualização de desktops?

Com os servidores virtualizados no centro de dados, a virtualização de desktops emerge muitas vezes como o passo seguinte mais lógico na evolução tecnológica de uma organização. Mas as empresas estão descobrindo que os benefícios das tecnologias para alojar e gerir desktop virtuais envolvem algumas diferenças. As vantagens podem ser mais difíceis de quantificar e será mais difícil de justificar, com base em cálculos puramente tradicionais de retorno de investimento (ROI). Então, como se poderá calcular e quantificar essas vantagens, escolher a tecnologia certa e desenvolver com sucesso um projeto de infraestrutura de desktops virtualizados, ou Virtual Desktop Infrastructure (VDI)?

A primeira coisa a fazer é obter um entendimento claro dos potenciais benefícios, dizem vários consultores, analistas e utilizadores.

Os ganhos da virtualização de desktops são muito diferente dos observados com a virtualização de servidores. Embora neste caso se produzam poupanças visíveis através da consolidação de hardware dos servidores físicos e do aumento da utilização de recursos, a maioria dos departamentos vai perceber que o alojamento de PCs virtuais requer algum terreno virgem, para suportar novas infraestruturas no data center. Mas isso não impede muitos departamentos de TI de explorarem as várias possibilidades.

“2011 é o ano em que muitos dos conceitos de virtualização de desktop vão amadurecer em implantações reais”, diz Ian Song, analista da IDC. Mas, até agora, acrescenta, a maioria dos projetos é ainda de escala reduzida. A empresa de estudos de mercado estima que apenas cerca de 13,5 milhões, dos 400 milhões de PCs a serem fornecidos durante o corrente ano, serão para implantações de VDI – pouco mais de 3%. Em 2014, esse número vai mais que duplicar, para 34 milhões (quase 7% do mercado global).

Os números da Gartner são mais conservadores. “Embora constitua uma grande oportunidade, acreditamos que apenas 10% a 12% da base instalada de utilizadores de PCs vão realmente usá-los nos próximos dois a três anos”, diz a analista Mark Margevicius.

É uma tecnologia que tem de ser escolhida para as situações mais corretas. Song acredita que a tendência atinja o seu auge ao conseguir entre 15% e 18% dos desktops empresariais.

Soluções

A arquitetura mais popular hoje para a virtualização de desktops é a VDI. Um bom exemplo é o VMware View, no qual instâncias de Windows XP ou 7 rodam em máquinas virtuais, separadas do servidor físico de suporte. Essa separação acontece através de uma camada de software, como o hipervisor da VMware, vSphere. Esse software permite que cada PC virtual tenha acesso exclusivo ao hardware enquanto serve como “guarda” de tráfego para todas as solicitações ao hardware partilhado por “baixo” dele.

A virtualização de desktops pode assumir uma forma mais ampla – como uma maneira de remover o ambiente de desktop Windows do PC físico e hospedá-lo no data center. Essa ideia tem sido promovida desde que a Microsoft apresentou o Terminal Services (agora Remote Desktop Services) com o Windows NT 4.0, em 1996. Este software tem disponibilizado aplicações Windows hospedadas dentro de sessões de terminal, com o Windows Server funcionando como o sistema operativo para múltiplos usuários.

A Citrix alarga essa abordagem incluindo a apresentação de um ambiente de desktop com sistema Windows simulado usando o RDS/Windows Server. Em ambos os casos, o método de ligação é semelhante: um dispositivo cliente físico (um “thin client” ou PC executando um software cliente especial) troca informação com o mouse, o teclado e o monitor, e o desktop Windows simulado é executado numa sessão de terminal, ou numa máquina virtual Windows residente em um espaço de alojamento de “back end”.

A tecnologia tem melhorado desde os primórdios da computação baseada em servidor. Hoje, o desempenho é cada vez mais rápido e o desktop virtual do usuário pode incluir qualquer nível de personalização permitidas pelas políticas da empresa. E no modelo de RDS, os usuários podem trabalhar dentro de um ambiente de desktop virtual completo, em vez de terem de escolher as aplicações a partir de um menu de aplicações virtualizadas.

Persistência e eficiência

Enquanto a VDI está no topo do ciclo de entusiasmo, há muitas variantes e opções. Por exemplo, pode-se escolher um modelo de “desktop persistente”, onde cada usuário tem a sua própria instalação, totalmente dedicada e personalizável do Windows residente numa máquina virtual alojada. Ou, então, optar pelo modelo VDI “não persistente” e mais eficiente, no qual muitos desktops virtuais são colocados para funcionar a partir de uma imagem comum de disco.

Não existe uma solução única para todas as situações. “Cada grupo de usuários tem o seu próprio conjunto de requisitos e parâmetros, e combinações diferentes de tecnologias podem servir vários grupos dentro de uma organização”, diz Steve Kaplan, vice-presidente da INX, prestadora de serviços de virtualização de infraestrutura de data centers. E, para algumas aplicações, a tecnologia simplesmente não faz sentido.

Nos últimos anos, o custo de implantação foi decrescendo, embora o investimento inicial necessário na infraestrutura dos data centers ainda seja elevado. “Nós não assumimos os desktops alojados como sendo menos caros do que um PC, numa perspectiva de investimento”, diz Margevicius. Este analista da Gartner coloca o custo total de uma implantação de desktop virtual em cerca de 1,3 a 1,5 vezes o custo de uma implantação de PC tradicional. “O investimento inicial é o fator limitador para os nossos clientes”, diz.

No campo dos benefícios, a virtualização de desktops inclui níveis de segurança mais altos, maior eficiência operacional e um retorno mais acelerado à atividade após uma interrupção involuntária. Que estratégia seguir considerando todos estes fatores? Mick Slattery lidera os serviços de preparação de postos de trabalho para a Accenture e para a Avanade, e considera que, sem outras iniciativas na parte da infraestrutura, pode ser difícil justificar o investimento de capital necessário à VDI por si só. O Co-operative Group, uma das maiores empresas de varejo do Reino Unido (comercializa alimentos, artigos de farmácia ou de viagens, entre outros), transferiu 900 dos seus 19 mil funcionários para desktops virtuais com Windows XP, e planeia prosseguir com o Windows 7.

“Gosto da fluidez com que se faz isto “, diz o arquiteto técnico, Ian Cawson, comparando a plataforma VDI XenDesktop com a sua ferramenta tradicional de distribuição de software, Altiris, para distribuição de atualizações em massa em todos os 2500 postos da Co-operative. Entre outras razões, “o Altiris ‘mataria’ a rede” em termos de largura de banda, explica, e obrigava a restaurar a “imagem” de todo o sistema.

Virtualização de tablets

Atualmente, também não se podem ignorar os pedidos de acesso a recursos empresariais a partir de smartphones, tablets e outros dispositivos pessoais. Como a pressão para acomodar tais dispositivos continua a crescer, Mick Slattery, da Accenture, vê a virtualização de dispositivos-cliente como “um passo interessante”.

“Permite manter um nível de controlo e segurança e ainda atender às necessidades dos usuários”, embora, diz Slattery, “surjam alguns problemas de apresentação da informação no início” quando se implanta uma área de trabalho virtual ou uma aplicação de desktop para um tablet ou display de smartphone. A consumerização dos dispositivos-cliente é exatamente o que o St. Luke’s Health System está fazendo, com o prestador de serviços de saúde Summit, do Missouri.

O piloto em evolução visa suportar a disponibilização para médicos de ambientes de trabalho Windows 7 virtualizados em iPads pessoais. Dessa forma, eles podem acessar aplicações clínicas capazes de fornecer informações do paciente, mesmo enquanto se movem entre salas.

A virtualização pode ainda ser uma boa maneira de eliminar a necessidade de usar computadores portáteis entre casa e escritório, se os usuários já tiverem um PC ou “thin client” em cada uma dessas localizações, salienta Kaplan, da INX. “A virtualização os acompanha,” explica.

A cadeia de varejo Rent-A-Center, por exemplo, lançou recentemente um piloto de virtualização de desktops. KC Condit, director de segurança da informação e suporte, espera evitar a necessidade de dar dispositivos móveis aos 425 gestores de loja que viajam até oito lojas por semana. Em vez disso, espera dotar os gestores com um desktop virtual alojado e acessível a partir de um computador de casa ou de um “thin client” em qualquer loja. O projeto piloto de virtualização na Rent-A-Center assenta em tecnologia XenDesktop e poderá se tornar um método de acesso seguro para centenas de contratados, empregados temporários e parceiros de negócios. Além disso, pode preparar o palco para outros objetivos da empresa: sair do negócio da disponibilização e suporte de hardware para clientes.

“Isto abre caminho para a implantação de um modelo no qual cada funcionário traz o seu próprio computador, algo que quero implantar este ano para alguns usuários”, diz Jai Chanani que, como diretor de serviços de tecnologia e arquitetura da Rent-A-Center, também trabalhou na criação das redes de dados para o projeto.

Virtualização de desktops hospedados

A ideia da virtualização de desktops hospedados passa por virtualizar todo o ambiente de trabalho Windows, incluindo aplicações, e hospedá-los no centro de dados. O utilizador interage então remotamente com o desktop virtual através do mouse e das atualizações no monitor.

Os fabricantes disponibilizam duas abordagens baseadas no modelo VDI. De acordo com a primeira opção, a arquitetura de VDI persistente dá a todos os usuários a sua própria área de trabalho virtual a qual funciona dentro de uma máquina virtual num servidor de back-end. Cada usuário tem a sua própria área de trabalho virtual, que funciona a partir de um único arquivo de imagem de máquina virtual dedicada, contendo uma instalação completa do Windows. O usuário controla a “imagem” do sistema e qualquer mudança que fizer é registada.

A segunda opção apresenta uma área de trabalho “não persistente” e virtual, que funciona a pedido, a partir de um arquivo de imagem comum a servir vários usuários. Quando um usuário termina a sessão, qualquer alteração feita no desktop virtual desaparece.

A Citrix apresenta uma terceira opção: o seu “desktop virtual hospedado partilhado” baseia-se no modelo XenApp/Presentation Server e oferece um desktop Windows simulado numa sessão RDS no Windows Server.

Nos casos em que as organizações já usam o XenApp para disponibilização de aplicações, alguns departamentos de TI têm assumido como mais eficiente do ponto de vista do custo a implantação de XenApp como plataforma para desktops virtuais hospedados e partilhados, em vez de construir uma nova infraestrutura para VDI, diz Kaplan, da INX. Tecnicamente, porém, ele não a considera uma tecnologia de desktops virtuais, pois os usuários estão partilhando um sistema operacional Windows Server e não um sistema nativo Windows XP ou 7 hospedado numa máquina virtual.

“Embora seja possível fazer quase tudo o que se pode fazer com a VDI usando o XenApp, o cenário pode tornar-se muito complexo e oneroso. Por isso, nunca vingou como solução para substituir o desktop, apesar de ter uma economia muito convincente”, diz Kaplan. “Na raiz do problema está o fato de o Windows Server ser usado de uma maneira imprevista”.

A maioria das implantações de desktop virtual com tecnologia Citrix usa o XenDesktop para hospedar desktops num modelo de VDI “não persistente”, de acordo com aquele responsável.

Adoptando a abordagem dos desktops virtuais “não persistentes”, existem economias na gestão do “back-end” e nos gastos com a infraestrutura, porque este modelo utiliza apenas um arquivo de imagem único em vez de uma imagem para cada usuário. Além disso, ocupa menos espaço de armazenamento em rede.

Quando os usuários terminam a sessão, os seus desktops virtuais podem ser desligados. Mas é mais comum para manter os desktops virtuais em estado de suspensão, para que os usuários possam  começar a trabalhar mais rapidamente quando voltarem a se autenticar no sistema. De fato, no modelo dos desktops virtuais “não persistentes”, os gestores de sistemas podem manter um conjunto de sessões de máquinas virtuais em execução ou em suspensão, para que os novos usuários possam começar logo a trabalhar, mal se autentiquem.

Antes de implementar uma VDI, reduzir os tempos de inicialização nos PC era um dos pedidos mais frequentes dos empregados, diz Kevin Summers, CIO da Whirlpool. Agora, os usuárioss iniciais da VDI estão a perceber que conseguem começar a trabalhar mais rapidamente. “Estão menos frustrados”, considera.

Muitas vezes os departamentos de TI consideram as diferentes opções como soluções concorrentes, diz Margevicius, da Gartner. Mas as tecnologias são realmente complementares. Uma abordagem pode ser mais adequada do que outra para um determinado caso de uso, mas duas ou mais tecnologias também podem ser usadas em conjunto para criar soluções capazes de responder mais facilmente às necessidades de grupos específicos de usuários. Por exemplo, um departamento de TI pode implantar uma área de trabalho virtual para um usuário com o Microsoft Office instalado, e disponibilizar outros programas na área de trabalho virtual, utilizando a virtualização de aplicações.

O utilizador vê um ambiente de trabalho unificado, enquanto o departamento de TI consegue, assim, melhorar a estabilidade dos sistemas, evitando conflitos induzidos pelas aplicações.

Fonte : http://cio.uol.com.br/tecnologia

Android tem mais apps gratuitos que o iOS

O Google superou pela primeira vez a Apple na quantidade de aplicativos gratuitos em sua plataforma Android Market, segundo estudo da Distimo.

A Apple e sua App Store possuem atualmente 122 mil programas gratuitos contra 134 mil da Android Market.

O relatório da Distimo leva em consideração o desempenho das lojas de aplicativos Android Market, App Store (Nokia), Ovi Loja, App Catalog (Palm), Windows Marketplace e BlackBerry, nos Estados Unidos.

Mas o estudo separa as lojas do iOS entre tablet e smartphone, enquanto as lojas dos outros sistemas não sofrem essa divisão. Porém, a quantidade de aplicativos de forma geral ainda é superior na loja da Apple.

A App Store registrou 367 mil aplicativos, sendo 333 mil para iPhone e 76 mil para iPad. Já o sistema do Google possui um total de 206 mil programas, registrando um número de programas pagos bastante inferior em comparação à Apple.

Mas de acordo com a Distimo, até junho deste ano o Android Market deve reduzir essa diferença total de aplicativos, que poderá deixar de existir ao final de julho, quando o sistema do Google  irá superar o da Apple.

A Distimo também informou que a loja Ovi Store possui 30 mil aplicativos para Symbian, a loja da BlackBerry registra 27 mil programas, a Getjar (loja independente para Android, BlackBerry, Windows Mobile, iPhone e Symbian) oferece 20 mil apps e o Windows Phone 7 tem apenas 12 mil itens. Em último lugar encontra-se a loja da Palm, com 6 mil aplicativos.

Entre os programas gratuitos para iPhone destaca-se os jogos Angry Birds Rio, Urban Ninja e Apple Shooting. Já na Android Market os mais populares aplicativos grátis são os serviços Google (como Gmail e YouTube), Flash Player, Facebook e BarCode Scanner.

Fonte : http://info.abril.com.br

Facebook contratou empresa para ”difamar” o Google

O Facebook e a empresa de relações públicas Burson-Marsteller se envolveram em uma trapalhada campanha midiática, ao tentar lançar uma operação de difamação contra o Google. A concorrência entre as empresas pelo mercado de publicidade online tem gerado atritos cada vez mais intensos.

Ontem, o Facebook confirmou que contratou a Burson-Marsteller para plantar notícias que gerassem preocupação com a privacidade em um serviço do Google. Apesar disso, a rede social negou que se tratasse de uma campanha contra o concorrente.

Uma reportagem do jornal USA Today publicada na segunda-feira revelou que a empresa de relações públicas estava tentando convencer grandes empresas de comunicação, incluindo o jornal, a publicar notícias sobre a ferramenta do Gmail chamada Social Circle, que estaria violando a privacidade dos usuários nos Estados Unidos.

E, ontem, o site The Daily Beast publicou outra reportagem revelando que o Facebook estava por trás da campanha da Burson-Marsteller. A reportagem do site é assinada pelo jornalista Dan Lyons, editor de tecnologia da revista Newsweek e criador do blog Fake Steve Jobs, que fez sucesso há alguns anos se passando pelo fundador da Apple.

Em comunicado, o Facebook confirmou ter contratado a empresa, mas negou que se tratasse de uma campanha contra o Google.

“Nenhuma campanha de “difamação” foi autorizada ou planejada”, diz o comunicado do Facebook. “Em vez disso, nós queríamos que um terceiro verificasse que as pessoas não aprovam a coleta e o uso de informações de suas contas do Facebook e de outros serviços no Google Social Circle – assim como o Facebook não aprova o uso ou coleta para este propósito. Nós contratamos a Burson-Marsteller para dar atenção a esse problema, usando informações disponíveis publicamente e que poderiam ser verificadas com independência por qualquer organização da mídia ou analista. Os problemas de privacidade são sérios e devem ser mostrados de uma forma séria e transparente.”

O site The Daily Beast mostrou que a Burson-Marsteller ofereceu ajuda ao blogueiro e advogado especializado em privacidade, Chris Soghoian – um conhecido crítico do Google, segundo o New York Times -, para escrever um editorial sobre o Social Circle.

O serviço do Google usa os contatos dos usuários do Gmail para fornecer resultados de buscas otimizados, de acordo com outras buscas realizadas por pessoas que o usuário conhece.

Soghoian disse que a Burson-Marsteller estava tentando criar “tempestade em copo d”água” e que o Google não estava violando a privacidade de ninguém. Ele perguntou qual empresa estava por trás disso e a Burson não quis revelar.

O advogado então publicou os emails trocados com um representante da empresa, que revelam a tentativa de manchar a imagem do Google.

Posição. Depois de o Facebook divulgar seu comunicado, a Burson-Marsteller também confirmou ter sido contratada pela rede social nos Estados Unidos “para lançar luz sobre informações de domínio público” e afirmou que o Facebook havia pedido sigilo.

Diz o comunicado da empresa de relações públicas: “Não obstante a justificativa, este não é um procedimento aceito na Burson-Marsteller e contraria nossas políticas. Deveria, por essa razão, ter sido recusado. Nossa relação com os meios de comunicação é pautada por padrões estritos de transparência no que tange aos clientes, e este incidente reforça a inquestionável importância desse princípio”.

Concorrência
As investidas do Google em redes sociais preocupam o Facebook, que disputa com o gigante das buscas o mercado de publicidade online. O Orkut, do Google, só é grande no Brasil.

Fonte : http://www.estadao.com.br

Apple supera Google e vira a marca global mais valiosa

A Apple se tornou a marca mais valiosa do mundo, superando o Google, com um valor estimado de US$ 153,2 bilhões. O ranking das marcas globais mais valiosas, elaborado pela consultoria Milward Brown e publicado pela BrandZ, inclui também a Petrobrás (61.ª), o Itaú (90.ª) e o Bradesco (98.ª) entre as cem maiores do mundo.

Ao todo, 12 empresas são chinesas, e uma indiana, além das três brasileiras, indicando um aumento na importância dos Brics. “É um reflexo do crescimento desses mercados”, afirma a publicação. Na América Latina, a Petrobrás lidera, com o Itaú em terceiro, Bradesco em quarto, Natura em sexto, Skol em sétimo e Brahma no oitavo lugar. As outras duas não brasileiras entre as oito maiores da região são as mexicanas Telcel (2.º) e Corona (5.º).

“A crescente representação de marcas brasileiras reflete a robusta expansão da economia do Brasil, com o PIB crescendo cerca de 7%, e o otimismo em relação ao compromisso do novo governo de conter a inflação e reduzir os problemas sociais”, afirma o estudo.

De acordo com a BrandZ, um dos pontos a se destacar no Brasil é a preferência por marcas internacionais em relação às domésticas. “O Brasil é o segundo maior mercado para a Louis Vuitton”, diz o estudo. “Essa preferência se deve a uma insegurança residual da luta brasileira como economia emergente. Porém, em certas categorias, marcas importadas não possuem apelo quando comparadas aos líderes brasileiros. Não é surpresa que no país do samba, futebol e cerveja, os brasileiros prefiram Skol, Brahma e outras marcas locais”, acrescenta o estudo.

A Petrobrás, diz o estudo, é favorecida por sua associação com o Brasil e os brasileiros. Também favorecem os empregos que a empresa cria “e suas contribuições financeiras para a sociedade”. A petroleira ficou em terceiro lugar na área de energia, à frente da BP e atrás apenas da ExxonMobil e da Shell, com valor de US$ 13,4 bilhões.

A Skol foi a quinta e a Brahma, a nona entre as cervejas. Já o Itaú e o Bradesco foram beneficiados pela emergente classe média, “que deve começar a buscar créditos nesses bancos”. O estudo ainda ressalta a abertura de agências bancárias em favelas. A Skol, Natura e Brahma também ficaram entre as dez no ranking “eu amo a minha marca”.

Facebook. Quatro das cinco maiores marcas globais são da área de tecnologia – Apple, Google, IBM e Microsoft. Apenas o McDonald”s não faz parte do setor entre as primeiras colocadas. Apesar disso, segundo o estudo, a valorização de 17% nas marcas globais no último ano se deveu a um crescimento maior na área de fast-food e luxo. Ao todo, as cem maiores empresas teriam um valor de US$ 2,4 trilhões.

O ranking coloca ainda o Facebook como a marca que mais cresceu ao longo de 2010. Ao todo, a valorização foi de 246%, colocando a empresa na 35.ª colocação. No anterior, o site de relacionamentos nem integrava a lista das cem. A Skol foi a sexta que mais aumentou seu valor (68%), com a Petrobrás ficando na 12.ª colocação, com 39%.

Uma das surpresas do estudo, de acordo com a BrandZ, foi a Amazon ter superado o Walmart como a maior marca de vendas no varejo do mundo, em um sinal de que as vendas pela internet começam a ganhar mais destaque do que as em espaços físicos, como as lojas do gigantesco varejista americano. Outra foi a Diet Coke ultrapassar a Pepsi no ranking dos refrigerantes, em um duro golpe na concorrente da Coca-Cola.

Fonte : http://www.estadao.com.br

Conhecendo o Google Chrome OS

Chrome OS. Tá aí um conceito estranho. A Google quer que troquemos nossos notebooks com Windows, Linux ou Mac OS X por máquinas sem disco rígido, permanentemente conectadas à web e equipadas com um sistema operacional que é praticamente um navegador rodando em tela cheia. Os aplicativos viram sites web 2.0 e nossos documentos, músicas, vídeos e fotos serão armazenados “na nuvem” onde estarão sempre à disposição, desde que haja uma conexão à internet.

Em troca, as promessas são muitas: mais segurança graças a um recurso que repara o sistema automaticamente caso este detecte problemas ou modificações não autorizadas, mais agilidade, programas e sistemas sempre atualizados e backup automático de arquivos e configurações. Se um notebook com Chrome OS for perdido ou danificado, basta fazer login em outro e em questão de minutos tudo será como antes.

Mas será que é mesmo possível ser produtivo apenas com o que está disponível na web? Resolvemos experimentar passando um dia com o sistema da Google. Como a única máquina oficial com Chrome OS, onotebook-protótipo Cr-48, só está disponível para poucos afortunados nos EUA, tivemos de improvisar usando uma versão não-oficial do sistema adaptada para rodar em PCs comuns a partir de um pendrive.

Essa versão é batizada de “ChromiumOS Vanilla”, e foi criada a partir do código-fonte oficial do sistema (livremente disponível sob uma licença Open Source) pelo hacker Hexxeh. O arquivo disponível para download (baixamos a versão 0.8.71 de 28 de Outubro de 2010) tem cerca de 230 MB, e deve ser gravado em um pendrive de pelo menos 2 GB. As instruções podem ser encontradas no site oficial de Hexxeh.

Usando o sistema

Na primeira vez em que o Chrome OS é executado, surge na tela um assistente de configuração. É tudo muito simples, basta selecionar um idioma e informar qual conexão de rede deve ser usada, digitar seu usuário e senha do Google e usar a webcam para tirar uma foto para o seu perfil (opcional).

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Tela inicial de configuração do Chrome OS

Após o login surge em tela cheia o Google Chrome, praticamente idêntico às versões para Windows, Linux e Mac OS X já disponíveis. Se o navegador Chrome em seu PC estiver configurado para sincronizar preferências com o Google, todos os seus favoritos, extensões e temas serão automaticamente importados assim que você fizer login.

Não há barra de tarefas, menu iniciar, gerenciador de arquivos, painéis de controle, ícones, pastas, bloco de notas ou paciência. A Google leva bastante a sério o slogan “a web, e nada mais”: toda a interface do sistema operacional se resume ao navegador, e não há nada além dele. Nada mesmo.

Os aplicativos são os mesmos serviços Web 2.0 que você já conhece e provavelmente já usa no dia-a-dia. E-mail? Há o GMail, Hotmail, Yahoo! Mail e outros. Pacote Office? Google Docs ou Zoho Office. Edição de imagens? Picnik e Aviary. Twitter? Há o Seesmic, Tweetdeck, Hootsuite e muitos outros.

Para facilitar a descoberta de novos aplicativos a Google criou uma loja online, a Chrome Web Store, que já está no ar e pode ser utilizada por qualquer usuário do Google Chrome. Basta visitar http://chrome.google.com/webstore. Os aplicativos são divididos em categorias, e além deles há temas e extensões para o navegador. Clicar em um aplicativo leva a uma página com mais informações sobre ele e um botão para fazer a instalação.

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Chome Web Store: aplicativos rodam dentro do navegador

Mas ao clicar no botão não será feito nenhum download. Basicamente, ao “instalar” um aplicativo tudo o que você faz é adicionar um atalho para ele, que será visível numa lista junto com seus favoritos e sites recentemente visitados sempre que você abrir uma nova aba do navegador. Basta um clique no ícone e o aplicativo abre em uma nova aba.

A idéia de fazer tudo dentro de uma aba do navegador é estranha a princípio, mas dá para trabalhar. Consegui ler e responder e-mails (usando o cliente web do Microsoft Exchange), escrever artigos (com o Google Docs) e editar e publicar imagens (com o Picnik), sem abrir mão de confortos como a Web Radio com minhas músicas favoritas (via Shoutcast.com) ou necessidades como o cliente de mensagens instantâneas (Meebo) que me conecta a colegas de trabalho.

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Aplicativos aparecem em ícones grandes sempre que uma nova aba é aberta

A Google espera que além dos aplicativos, seus arquivos também estejam online. Fuçando nas preferências do sistema operacional encontrei uma opção para habilitar o acesso a pendrives e cartões SD, recurso ainda marcado como “experimental”. Ative esta opção, plugue um pendrive e surge no canto da tela um painel listando seu conteúdo.

É o mais próximo de um gerenciador de arquivos que o sistema chega. Mas antes de editar qualquer arquivo é necessário fazer o manualmente upload dele para o “aplicativo” correspondente: arquivos .doc devem ir para o Google Docs, imagens para o Picnik, etc. Seria interessante se houvesse algum tipo de integração nesse processo, com o upload automático do arquivo para o serviço mais adequado.

Como o Chrome OS ainda está em desenvolvimento, esbarrei em alguns problemas. Em duas máquinas (um notebook e um desktop) o sistema não reconheceu a conexão Wi-Fi, portanto não consegui sequer fazer o login. E em um PC desktop com conexão Ethernet ele funcionou bem, apesar de “engasgar” frequentemente ao abrir uma nova aba ou recarregar o conteúdo de uma já aberta, mesmo em uma máquina equipada com um processador Core 2 Duo e 4 GB de RAM.

Futuros usuários do Chrome OS não terão de se preocupar com isso. O sistema não estará disponível para download, e oficialmente rodará apenas em portáteis (a Google fala em notebooks) feitos sob medida para ele, como o Cr-48.

Será que a idéia pega?

“Viver na nuvem” não é algo para todos. Um ilustrador profissional provavelmente não se sentiria à vontade trocando o Adobe Illustrator pelo editor vetorial do Aviary, e mestres do Excel com certeza irão esbarrar rapidamente em limitações da planilha do Google Docs. Mas acredito que o Chrome OS e seus aplicativos oferecem o suficiente para atender às necessidades básicas de boa parte dos usuários.

Entretanto, ainda há muita coisa indefinida. Com todos os aplicativos online, como vou editar um texto durante uma viagem de avião? A Google acena com a possibilidade do suporte ao uso offline de alguns aplicativos, como o Docs, mas não há nada em definitivo.

Também não está claro o suporte a multimídia: como vou assitir um filme armazenado em um pendrive sem um Media Player? Ou descarregar e catalogar as fotos da última viagem da família? Pluguei um pendrive cheio de imagens ao computador, e em vez de um assistente para ajudar a selecionar as imagens e enviá-las para a web, tudo o que vi foi o painel com a lista dos arquivos no canto da tela.

Ainda é cedo para julgar se o Chrome OS será ou não um sucesso. Seu futuro depende de vários fatores que ainda são uma incógnita como o apoio dos fabricantes, número de máquinas no mercado durante o lançamento (previsto para meados de 2011 nos EUA) e seus preços. O próprio sistema está em desenvolvimento e muita coisa pode mudar até lá, embora eu não acredite que a Google irá se desviar muito dos conceitos básicos que vemos hoje.

Por enquanto, dá pra afirmar que a idéia tem potencial e não é tão maluca quanto parece. Quer a prova? Erga os olhos e conte o número de “aplicativos” abertos em abas no seu navegador. Você já pode ser um típico usuário do Chrome OS, só não percebeu isso ainda.

 

Fonte : http://pcworld.uol.com.br

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